Oficina de Danças Circulares no Festival de Inverno de Paranapiacaba!

Estão todos convidados a participar no dia 20 de julho, de mais uma Oficina de Danças Circulares no Festival de Paranapiacaba!

Largo do Padeiro, 17:00 horas

Realização: Projetos de Extensão Dança Circular na UFABC, Diversidades em Performances e Programa de Extensão Memória dos Paladares

Highland Lilt – Origem: Escócia Coreografia: Bernhard Wosien

A dança acontece por meio de uma sequência de passos simples: nos posicionamos de mãos dadas, dando dois passos para a direita e, em seguida, balançando, com a perna esquerda e a direita, de frente para a roda, também por duas vezes. Ao longo da dança, o/a focalizador/a pode soltar uma das mãos e conduzir os participantes do círculo pelo espaço, serpenteando, formando espirais e retomando o círculo ao final. É uma música que mescla o caráter folclórico e étnico com um aspecto meditativo, pois a beleza da melodia ritmada e a simplicidade dos passos da dança favorecem a concentração, a integração e a atenção a si mesmo, aos outros e ao grupo.

Dança do Agradecimento (Bernhard Wosien)

Música: Luz — Rubinho do Vale; Coreografia: Cristiana Menezes

Origem: Irlanda/Escócia
Música: Rights of men — música tradicional irlandesa/escocesa, em referência à cultura celta

Roda das Danças Circulares das Diversidades, ação dos Projetos de Extensão Dança Circular na UFABC e Diversidades em Performances.
Local: Campus Santo André, Universidade Federal do ABC, junho de 2013
Texto e Focalizações: Andrea Paula e João Kamensky
Estagiários do Projeto de Extensão Diversidades em Performances: Danielle Bandeira e Guilherme Ohse
Vídeos: Guilherme Ohse

Roda das Danças Circulares das Diversidades no mês de julho

Pessoal, esse sábado será o último encontro de dança circular no encerramento do quadrimestre no Campus Santo André, às 14 horas, como sempre, no sétimo andar da Torre 3 do Bloco A, ao lado do Programa de Extensão Memória dos Paladares. No outro sábado, dia 20 de julho, estaremos no Festival de Inverno de Paranapiacaba, com uma oficina, a partir das 14 horas, no Largo do Padeiro, representando a UFABC: participem!!!
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Dança Circular na UFABC no sábado à tarde!

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Venha dançar conosco mais uma vez no próximo sábado, dia 29 de junho, das 14:00 às 16:00 horas, no sétimo andar da Torre 3 do Bloco A, ao lado do Programa de Extensão Memória dos Paladares!

As danças circulares têm reunido nossa comunidade interna e externa, trazendo para o convívio e a valorização das diversidades culturais muitas pessoas de Santo André, São Bernardo do Campo e também de São Paulo.

O prazer e a alegria de dançar em toda trazem também conhecimento, autoconhecimento, união e invenção de novas comunidades. Assim, a Universidade abre suas portas para que todas as pessoas possam se encontrar e conviver em seus espaços, pois a arte e a cultura para todos precisam fazer parte do cotidiano acadêmico e da vida cultural e artística da nossa região metropolitana do ABC.

A Roda das Danças Circulares das Diversidades é uma atividade de extensão universitária desenvolvida pelos Projetos Dança Circular na UFABC e Diversidades em Performances, com apoio do Programa de Extensão Memória dos Paladares: participem!

Dança Circular na UFABC no alto do Campus Santo André!!

No dia 15 de junho, mais uma vez, dançamos na nossa Roda das Danças Circulares das Diversidades, no alto do Campus Santo André!! Essa atividade de extensão, que acontece todos os sábados, das 14:00 às 16:30 horas, no sétimo andar da Torre 3, no Bloco A, é fruto de uma parceria entre os Projetos de Extensão Dança Circular na UFABC e Diversidades em Performances: todos estão convidados!

Acontece assim: temos aqueles dançantes que sempre estão presentes, da comunidade interna e externa, incluindo Santo André e São Bernardo do Campo! E também muitas pessoas convidadas (amigos, amores), aparecendo para conhecer as danças circulares, acompanhar e dançar, dançar…  Dançar para trabalhar e fazer acontecer na Universidade junto com a Comunidade tantos saberes necessários: expressão e movimento; poesia do corpo; diversidades; arte e conhecimento; convivência, amizade e generosidade… entre outros!

Além do prazer e da alegria das Danças Circulares, sempre fazemos uma pequena confraternização no Laboratório-Cozinha do Programa de Extensão Memória dos Paladares, que assim apoia e contribui com a atividade, enfatizando como a cultura alimentar compartilhada também cria solidariedade e união, prazer e alegria.

Seguem, então, o eterno convite para dançar e um agradecimento meu e do João, no nosso papel de focalizadores, a todos os participantes e aos novos bolsistas do Projeto de Extensão Diversidades em Performances (Danielle e Guilherme), que estão contribuindo com a organização e aprendendo a fazer o registro documental das atividades da Roda. Agradecemos, dessa vez e especialmente, à Reny, membro da nossa Roda, que mora em na região de Santo André, é psicóloga, e trouxe um tradicional bolo com calda de maracujá que fez a alegria e que, com certeza, ficará nas boas memórias dos paladares da nossa animada Roda das Danças Circulares das Diversidades :)))

A Roda das Danças Circulares das Diversidades na UFABC é uma atividade regular dos Projetos de Extensão Dança Circular na UFABC e Diversidades em Performances, com apoio do Programa de Extensão Memória dos Paladares (PROEX – UFABC).
A música dançada aqui é um brinquedo de domínio público, um jogo da memória que adultos e crianças adoram, pois trabalha expressão e movimento e lembra o prazer e a alegria das brincadeiras de infância: “Boneca de Lata”, interpretada por Bia Bedran e coreografada por Vaneri de Oliveira.
Focalizadores: Andrea Paula e João Kamensky
Registro em vídeo: Guilherme Ohse (bolsista do Projeto de Extensão Diversidades em Performances – UFABC)

Roda das Danças Circulares das Diversidades!

Amanhã, dia 15 de junho de 2013, mais uma vez estaremos dançando no alto da UFABC, Campus Santo André (sétimo andar da Torre 3 do Bloco A, ao lado do Laboratório do Programa de Extensão Memória dos Paladares), às 14:00 horas.

Venha dançar conosco!

Nossa comunidade está dançando porque Danças Circulares são:

– Expressão e movimento;

– Poesia do corpo;

– Afirmação de um novo centro;

– Ondas musicais nos seres;

– Passos em sintonia;

– Diversidades;

– Brincadeiras de criança;

– Encontro de amores;

– Transformação e cura;

– Prazer da alegria;

– Arte e conhecimento;

– Convivência, amizade e generosidade;

– Descobertas e surpresas;

– Parcerias;

– Criação, recriação, criatividade!

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Parceria dos  Projetos de Extensão Dança Circular na UFABC e Diversidades em Performances

Apoio do Programa de Extensão Memória dos Paladares

PROEX – UFABC – 2013

WORKSHOP DE DANÇA CIRCULAR EM SANTO ANDRÉ E SÃO BERNARDO

Nos dias 27 de abril, em Santo André, e 04 de maio, em São Bernardo, aconteceram workshops de Dança Circular na UFABC.  Entre os 34 participantes, a maioria da região (algumas pessoas vieram de São Paulo), estavam presentes membros da comunidade, servidores e alunos.

 

e na sala de dança do bloco b...

e na Sala de Dança do Bloco B…

Foram momentos onde o conhecimento sobre a História das Danças Circulares foi compartilhado: conversamos sobre a importância da dança no mundo contemporâneo, na educação, na saúde e, principalmente, dançamos!

 

 

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As danças e músicas  vieram de outros países ou daqui mesmo e envolveram a todos, integrando os grupos  de maneira harmoniosa.

 

 

 

no Bloco Beta, em São Bernardo

no Bloco Beta, em São Bernardo

A diversidade vivenciada através de músicas de várias origens trouxe a certeza quanto a importância do respeito  as diferenças.

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Fizemos uma dança sentados, na perspectiva de incluir os que tem mobilidade reduzida.

 

 

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E em São Bernardo, até o pátio entrou na dança!!!

A dança. O corpo. O brincar. Algumas relações entre dança e psicanálise.*

Pelos caminhos da psicanálise, é sempre o outro que constitui a mim mesmo como pessoa. E isso acontece nos primórdios, muito cedo, por meio das experiências do corpo.
O dançar, que fique claro isso, como movimento espontâneo e não cheio de tecnicismos, “põe em jogo” a vida em relação ao corpo. O prazer do gesto, não colonizado pela meticulosidade do treinamento ritual (aquele que nem sequer interrogamos no cotidiano).
Somos corpos reais, e não extraordinários. O corpo dói, adoece, se afeta, quer repousar e se mover na hora errada. Tem ciclos e morre. Enquanto isso os relógios ditam resultados que possam ser verificados quantitativamente…
Walter Benjamin foi um daqueles que mais bem observaram as trágicas transformações nos modos de viver, que deslocaram o lugar do corpo neste mundo. Num ambiente moderno de caminhos retificados, ambientes homogeneizados, os movimentos passam a ser também controlados. O corpo passa a ser objeto interiorizado de consumo. Entidade bidimensional, fechada. Impedem-se fluxos, contaminações e espontâneas proximidades.
Eis que numa roda de dança cria-se de repente o coletivo. Ao brincar, estando mais solto e inteiro na ação, sem autocrítica, experimento minha existência entre outros. Sem submissão. As partes do meu corpo podem ser vividas como reais, animadas pela minha presença. Estou vivo!
*Estas relações eu encontrei num texto precioso de Pedro Rodrigo Sanches, Apontamentos sobre o corpo contemporâneo, capítulo de seu trabalho ‘Encontro entre corpos: um estudo sobre o corpo por meio do diálogo entre a dança contato improvisação e a psicanálise winnicottiana’, de 2012.

Danças circulares trazem união e autoconhecimento

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“A tradição de dançar em roda – como fazem as crianças, ou como fizeram povos ancestrais dos mais diversos lugares do mundo – vem sendo praticada por um número crescente de paulistanos como uma nova forma de fazer atividades físicas, se divertir e, sobretudo, de desenvolver laços de fraternidade. Este ano, as chamadas danças circulares chegaram a pelo menos dez parques da cidade de São Paulo, onde qualquer pessoa pode simplesmente aparecer, se juntar à roda e começar a dançar.

‘A dança circular é um instrumento muito abrangente. Pode ter pessoas de todas as idades, com qualquer condicionamento físico e ser dançada em qualquer lugar. O único pré-requisito é ter vontade de participar”, afirma Arlenice Juliani, facilitadora do grupo Semeia Dança. Segundo ela, o movimento da dança circular tem ganhado adeptos por ser inclusiva e fortalecer as redes sociais de verdade em um mundo cada vez mais individualista e virtual. “Em roda, dá para sentir os valores humanos e a amorosidade”, diz.”

Luciana Alvarez
do UOL, em São Paulo, 23/06/2012

Fonte: http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2012/06/23/dancas-circulares-trazem-uniao-e-autoconhecimento.htm